"Melnitsa" é um grupo russo de música acústica e eletroacústica.
A vocalista principal do grupo é a cantora ХЕЛАВИСА (Helavisa - Natalya O'Shey). A direção musical em que o grupo decidiu seguir foi o folk-rock, mas também há a influência de grupos internacionais famosos, como Led Zeppelin, Jefferson Airplane, Janis Joplin, Rolling Stones.
Em suas canções, a autora principal do grupo, Natalya O'Shey, uma lingüista de formação, utiliza um amplo leque de imagens da mitologia Indo-Europeia . Letras e músicas baseadas em canções populares (em russo, celta, escandinavo, balcânico), bem como as baladas medievais, épicos, lendas.
O principal compositor do grupo é ХЕЛАВИСА (Helavisa), algumas canções são escritas por Aleksey Sapkov. Melnitsa também executa canções sobre poemas de WB Yeats, Gumilev, R. Kipling, Burns R., Tsvetaeva M., M. Maeterlinck, e Ol’ga Lishin, etc.
O grupo foi fundado em 1999 por antigos membros do grupo "Till Eulenspiegel", que foi dissolvida. Nos primeiros cartazes de shows, "Melnitsa", realizada em 29 de outubro de 1999, ainda estava escrito "Till Eulenspiegel", para o qual Helavisa pediu desculpas ao público. O álbum de estréia “Melnitsa” inclui várias canções do arranjador Ruslan Komlyakov, o líder do "Till Eulenspiegel".
A descoberta marcante do grupo ocorreu em 2005 através da "Nashemu Radio" e no hit-parade "Chartova Dyuzhina". Fãs de "Melnitsa" organizaram uma “flash mob”, e levaram a música "Nochnaya Kobyla" para o topo do hit parade. Desde então, o "Melnitsa" é participante constante da playlist do "Nashego Rádio".
Também em 2005, no Melnitsa sofreu uma mudança. Vários participantes partiram e formaram o grupo: "Sil'fy." Depois, houve a adição de uma segunda vocalista, Alevtina Leontieva, que participou da gravação do álbum "Zov krovi" (2006). Alevtina deixou a banda em 2007.
Em 2009, o "Melnitsa" gravou um novo álbum, "Dikie travy." No mesmo ano, publicou uma coleção de hits, "Melnitsa: Best Songs".
O texto acima foi traduzido e adaptado de: Википудияа.ru
O álbum aqui apresentado é uma edição russa de 2007, que cobre o período de 2000 a 2007. Nela estão incluídas canções dos álbuns: - Дорога сна (Doroga sna) 2003 - Перевал (Pereval) 2005 - Зов крови (Zov krovi) 2006 - Археологя (Arheologya – singles) 2003/204
MÚSICOS: Наталья О’Шей (Natalya O’Shey) – vóz. harpa Irlandesa, guitarra acústica, percussão Сергей Заславский (Sergey Zaslavskiy) – flauta, sax, acordeon, gaita de foles Алексей Орлов (Aleksey Orlov) – cello, mandolin Алексей Кожанов (Aleksey Kozhanov) - baixo Дмитрий Фролов (Dmitriy Frolov) - bateria Сергей Вишняков (Sergey Vishnyakov) - guitarras Александр Степаов (Aleksandr Stepanov) – guitarras Алевтина Леонтиева (Alevtina Leontieva) – Back vocals Наталья Котлова (Natalya Kotlova) – cello Инеса Клубочкина (Inessa Klubochkina) - violino
Los Jaivas foi formado em 1963, e é considerado um dos melhores grupos chilenos surgidos na "Primavera de Allende" (1970 ~ 1973). Não sendo tão radicais quanto "Inti Illimani" ou "Quilapayun", permitiram-se uma abertura maior a influência de outros estilos que não o folclore, realizando uma mescla de musica andina com rock e folk-rock, gerando um resultado surpreendente, atemporal e admirado por sucessivas gerações..
Durante sua trajetoria, além dos temas próprios, Los Jaivas musicalizaram obras de Pablo Neruda e arranjram e interpretaram canções compostas por Violeta Parra, Víctor Jara, Osvaldo Rodríguez. Como a maioria de seus contemporâneos tinham uma visão política socialista e de uma forma indireta, ou direta, foram banidos pelo governo de Pinochet. Pelo menos não foram eliminados, como Victor Jara e outros, e puderam continuar e divulgar o seu trabalho no exterior.
Este álbum é de 1975 e foi gravado na Argentina, de Isabellita Perón. É, por muitos admiradores e pela crítica, considerado o seu melhor trabalho. Por ser homônimo do grupo, acabou com o codinome de "INDIO" por causa de sua capa. Neste disco Los Jaivas estão no melhor de sua performance técnica e artística. Em abril de 2008, a edição chilena da revista Rolling Stone classificou o álbum em oitavo lugar entre os 50 melhores álbuns chilenos de todos os tempos.
MÚSICOS - Gato Alquinta – Voz, Guitarra eléctrica, Guitarra acústica, Charango, Flauta dulce, Flauta piccolo, Tarka, Trutruca, Tumbadora, Güiro - Gabriel Parra – Batería, Bombo legüero, Tumbadora, Caja, Cencerro, Trutruca, Coros - Claudio Parra – Piano Steinway, Piano eléctrico, Güiro, Maracas, Zampoña, Trutruca - Eduardo Parra – Piano, Órgano, Tumbadoras, Bongó, Cascabeles, Tarka, Zampoña - Julio Anderson – Bajo, Guitarra acústica, Trutruca, Coros - Alberto Ledo – Charango, Tarka, Zampoña, Trutruca, Palmas, Silbido, Coros
Vídeo: La Conquistada c/ Gabriel Parra na bateria
Vídeo: La Conquistada c/ Juanita Parra (filha de Gabriel Parra) na bateria
MÚSICAS
1 - Pregon para iluminarse 5.15 2 - Guajira cosmica 7.45 3 - La Conquistada 7.15 4 - Un mar de gente 4.06 5 - Un dia de tus dias 3.10 6 - Tarka y ocarina: diablada, trote, kotaiki 13.15
Los Jaivas é uma das bandas mais duradoras do cenário musical chileno. É considerado o grupo de folclore chileno mais importante até hoje formado. Nele destaca-se a incoporação de instrumentos e ritmos latino-americanos a enfoques musicais modernos de jazz e de rock. O grupo se formou em 1963 em Viña del Mar, próxima a Valparaíso, Chile . Por mais de quatro décadas ininterruptas, Los Jaivas passaram por diferentes estilos , sempre com a predominância do folclore chileno e latino-americano.
Nesta obra LOS JAIVAS adaptam, musicalmente, o poema de PABLO NERUDA , "Alturas de Machu Picchu". Registrado na França e na Alemanha em 1980 (o CD apresentado aqui é uma edição Estadunidense), é uma perfeita fusão de folclore, jazz e rock. Sua audição é uma autêntica viagem, como se estivessemos a bordo da "Aguila Sideral".
Gato Alquinta - voz, guitarras, baixo, zampoña, ocarina, palmas Gabriel Parra - bateria, percussões, voz Mario Mutis - baixo, guitarra elétrica, zampoña, voz Claudio Parra - Piano, teclados, marimba, voz Eduardo Parra - Teclados, tarka, palmas Convidados: Alberto Ledo - zampoña, percussões e voz (Del aire al aire) Patricio Castillo - tarka , quena
Vídeo apresentado por Vargas Llosa:
MÚSICAS
1. Del aire al aire (2.14) 2. La poderosa muerte (11.13) 3. Amor Americano (5.15) 4. Aguila sideral (5.19) 5. Antigua America (5.37) 6. Sube a nacer conmigo hermano (4.48) 7. Final (2.34)
Tcheka pertenece a esa prolífica nueva generación de artistas de Cabo Verde que han sabido incorporar las formas tradicionales de la música caboverdiana (morna, coladeira y funaná) en un sonido fresco que, al mismo tiempo que se mantiene fiel a la tradición, es contemporáneo e innovador. Y la música de Tcheka, como señala la crítica, es una intersección de pop y tradición del Caribe, Brasil y África, folk, jazz, blues, literatura, antropología y cine. Un estilo que se resiste al etiquetaje. Posiblemente, una nueva visión de lo que significa ser criollo en la era de la globalización: un arte híbrido, con origen en una historia de esclavitud, colonialismo e independencia, pero sumido al mismo tiempo en una época, la presente, inevitablemente afectada por la capacidad de viajar, las nuevas vías para el conocimiento, el arte y el capitalismo, y por la imposibilidad de separar tecnología e imaginación humana.
Manuel Lopes Andrade, Tcheka, procede del puerto de Ribeira Barca, en Santiago, la isla más africana del archipiélago de Cabo Verde. Hijo de Nho Raul Andrade, un violinista famoso en los bailes y fiestas populares de la isla, ya en la adolescencia comenzó a desarrollar su estilo musical, basado originariamente en la batuca, uno de los instrumentos de percusión más conocidos de Santiago, en su deseo de ampliar y dar a conocer el atractivo de la música popular de su tierra, convertirlo en un sonido que todo el mundo pudiese amar.
Comenzaba su labor de modernización de la batuca, una nueva lectura que conservaba las estructuras tradicionales. Y ese fue el mensaje principal de su primer álbum en solitario -después de haber participado en diversos proyectos recopilatorios-, titulado Argui ("ponte en pie" en criollo). Era el año 2002 y se afirmaba su reputación como virtuoso y original intérprete de guitarra, y cantautor lleno de alma. En 2005 vino el concurso Radio France International "Découverte Musiques du Monde" en Dakar, Senegal, junto a grandes nombres de la música contemporánea africana actual. Ganó no sólo el primer premio, sino también la fama y el reconocimiento internacional.
Fue, sin embargo, el aclamado álbum Nu Monda (2005), el que lo lanzó al cielo de lo que se conoce como World Music: Tcheka estaba en boca de todo el mundo tanto en Cabo Verde como en el extranjero, empezando a ser considerado como líder indiscutible de la vanguardia de la música caboverdiana. Liderazgo que se confirma con Lonji (2007), un hermoso disco que cuenta con la producción de la estrella brasileña Lenine, donde incorpora elementos electrónicos y sonidos ambient junto con percusiones caboverdianas, afrobrasileñas y del oeste de África.
Su último trabajo Dor de Mar (2011) se mantiene fiel a las ricas cuerdas acústicas y a los ritmos afro-criollos, encajando unos textos poco convencionales con la voz más nítida y más firme que nunca. Producido por José Da Silva y con extraordinarios artistas como el bajista camerunés Guy N´Sangué y el acordeonista originario de Madagascar Régis Gizavo, Dor de Mar ("la tristeza del mar") está lleno de bellas melodías en las que los ritmos y las letras evocan emocionalmente su tierra natal, la dura realidad cotidiana de sus compatriotas y mujeres, la denuncia social y sus preocupaciones ambientales.
Y, por encima de todo, el vivo lirismo de la voz de Tcheka, una delicia de pura suavidad y vulnerabilidad. Un precioso disco que merece que se le preste a Tcheka la atención que siempre ha merecido.
01. Kriadu Assim 02. Pexera Porto 03. Antuneku 04. Tchoro Na Morte 05. Moça de Classe 06. Fla Mantenha 07. Madalena 08. Faka Na Prega 09. Forti Bu Dan Cu Stango 10. Dor de Mar 11. Storia Estrada 12. Primeru Djobi
[NOVA POSTAGEM - 2012; a postagem antiga estava perdida]
Vanessa da Mata nasceu em 10 de fevereiro de 1976, no Alto das Garças, em Mato Grosso - uma pequena cidade a 400 km de Cuiabá, cercada por rios e cachoeiras. Ela é descendente, por parte da avó materna, dos índios Xavantes.
Ouviu um pouco de tudo na infância. Luiz Gonzaga, Tom Jobim, Milton Nascimento e Orlando Silva. Ele também ouviu os ritmos locais, como o "carimbó", também ouviu o samba, a música country e até mesmo música brega italiana, sons que chegam em ondas de rádio AM.
Em 1990, de 14 anos, Vanessa se mudou para Uberlândia, Minas Gerais, uma cidade de mil e duzentos quilômetros de Alto das Garças. Foi lá sozinha, e vivia em um colégio interno. Preparava-se para, fazer o exame na faculdade de medicina. Mas ela já sabia o que queria: cantar. Aos 15 anos, começou a se apresentar em bares locais.
Em 1992 ela foi para São Paulo, onde ela começou a cantar na Shalla-Ball, uma banda de reggae feminina. Três anos mais tarde, aos 19 anos, a banda excursionou com o jamaicano Black Uhuru. Em seguida, fez parte de um grupo de Mafuá ritmos regionais. Durante este período, ainda dividia seu tempo entre as carreiras de jogadora de basquete e modelo (ela tem 1,80 m de altura).
Em 1997, de 21 anos, conheceu Chico César: com ele, escreveu "A Força Que Nunca Seca". A canção foi gravada por Maria Bethânia, que lançá-lo como o título de seu álbum de 1999. A gravação concorreu ao Grammy Latino e também foi gravada no CD de Chico, "Mama Mundi".
A voz e a presença de Vanessa também começaram a chamar a atenção. Ela fez shows com Milton Nascimento, Bethânia e nas últimas apresentações de Baden Powell. Ela estava pronta para estrear sua carreira solo.
SIM, é o seu o terceiro álbum, lançado em 2007. O álbum foi gravado entre a Jamaica e o Brasil. Das 13 faixas, cinco têm a participação de Sly & Robbie, dois ícones da música jamaicana. SIM é definido por seu título como "uma resposta positiva à vida, uma resposta de luta." Conta com participações de Ben Harper, João Donato, Wilson das Neves, Don Chacal e um time da nova geração da música brasileira, como o o baterista Pupillo (Nação Zumbi) e os guitarristas Fernando Catatau (Cidadão Instigado), Pedro Sá e Davi Moraes, entre outros. O ano de 2007 também marcou a união de Vanessa e o cantor internacional Ben Harper, com o lançamento de Boa Sorte / Good Luck, que foi um dos grandes sucessos do cantor. Mais informações em: VANESSA DA MATA WIKIPEDIA
MÚSICOS Vanessa da Mata - Vocal Ben Harper – Vocal en “Boa Sorte” Robbie Shakespeare - Baixo Sly Dunbar – Bateria Sticky – Percussão Robbie Lyn – Teclados Kassin – Guitarra Pupillo – Bateria Fernando Catatau – Guitarra Roberto Pollo – Teclados Pedro Sá – Guitarra acústica
VERMELHO
MÚSICAS 01 – Vermelho 02 - Fugiu Com A Novela 03 – Baú 04 - Boa Sorte (Good Luck) 05 – Amado 06 – Pirraça 07 - Você Vai Me Destruir 08 – Absurdo 09 - Quem Irá Nos Proteger 10 – Ilegais 11 - Quando Um Homem Tem Uma Mangueira No Quintal 12 - Meu Deus 13 - Minha Herança: Uma Flor
La colección Cinco leyendas, integrada por registros originales de Francisco Repilado (Compay Segundo), Ibrahim Ferrer, Omara Portuondo, Eliades Ochoa y Rubén González, se convirtió en la producción discográfica cubana de mayores ventas a nivel internacional.
De figuras legendarias está colmada la música cubana, y por tanto sobre la base de este título podrían haberse armado tantos quintetos ocasionales como se quisiera, pero sucede, que estos cinco no fueron tomados al azar, sino que entre lo mucho que tienen en común, está el haber sido precisamente los nombres que más lograron brillar dentro del mundo del disco, luego de su inestimable contribución al triunfo alcanzado por el que pudiera considerarse como el más comercial de los proyectos sobre música cubana realizado en los últimos diez años, el Buena Vista Social Club.
Este disco nos brinda la posibilidad de poder obtener de una vez, cinco compilaciones hechas a partir temas seleccionados de antologías editadas anteriormente sobre estos grandes artistas, lo que presupone que se trate musicalmente de “lo mejor de lo mejor”, incluyendo también amplios comentarios de prestigiosos musicólogos que se encargan de profundizar en la historia de cada una de estas figuras y su significación dentro del contexto musical cubano, con lo cual se logra brindar una interesante plataforma teórica editada además en dos idiomas, a las setenta y cuatro joyas que agrupa este elegante estuche.
COMPILACION 1
Título: Compay Segundo Artista(s): Compay Segundo Género: Tradicional Año de producción: 2005
Cuando en la pasada década de los noventa se pusieron de moda los veteranos defensores de la música tradicional cubana con sus formatos acústicos sacando un enorme trecho de ventaja en el orden comercial al resto de las manifestaciones; uno de los temas que más sonó indiscutiblemente fue el Chan Chan que, haciendo gala de una sencillez extrema y una sabrosura inigualable, movió a todo el planeta en la voz de su compositor, Francisco Repilado, el carismático Compay Segundo.
Oriundo de la santiaguera Playa Siboney, donde nació el 18 de noviembre de 1907, fue desde muy joven clarinetista de la Banda Municipal de Santiago, a la par que daba rienda suelta a su filiación trovadoresca simultaneando su permanencia en ésta con su participación en diferentes agrupaciones de música tradicional. En la década del treinta se radica en La Habana, ingresando como clarinetista en la Banda Municipal de la capital bajo la dirección del maestro Gonzalo Roig, a lo que seguiría su entrada como guitarrista en el Cuarteto Hatuey de Justa García. El clarinete le sirvió también para formar parte del Conjunto Matamoros donde se mantuvo por espacio de doce años, además de fundar a partir de 1942 el dúo Los Compadres junto a Lorenzo Hierrezuelo, en el que se mantuvo hasta el mes de septiembre de 1955, luego de lo cual funda la agrupación Compay Segundo y sus Muchachos que le acompañaría durante el resto de su vida.
En 1997 toma parte en el proyecto Buena Vista Social Club, álbum ganador de un Grammy, que sirvió para convertir su Chan Chan en todo un himno, que posteriormente tuvo la oportunidad de defender en los principales escenarios del mundo.
El presente álbum es una compilación de algunos de los temas más importantes dentro de su repertorio, que nos dan la medida de su maravilloso talento como compositor y de la extraordinaria cubanía de su pluma. Fuente
Temas del Disco:
01. Saludos Compay 02. Chan chán 03. Voy pa' Mayarí 04. Anita 05. La mujer del peso 06. Sanluisera 07. Yo soy de monte Compay 08. Será cuando tú digas 09. Francisco Guayabal 10. Sigue el paso No. 1 11. A los barrios de Santiago 12. De Jatibonico a Bolondrón 13. Sigue el paso No. 2 14. Sigue el paso en la Nochebuena 15. María en la playa
Título: Omara Portuondo Artista(s): Omara Portuondo Género: Tradicional Año de producción: 2005
Omara Portuondo es reconocida como uno de los principales exponentes del “filin”, movimiento creativo que se gestó a finales de los años cuarenta dentro de la canción cubana. A lo largo de su carrera integró diferentes agrupaciones como el Conjunto Loquibambia Swing, el grupo Musicabana, el Cuarteto de Orlando de la Rosa y la orquesta Anacaona; pero sin lugar a dudas la más importante de todas fue el cuarteto Las D’Aida, organizado por la pianista Aida Diestro, con el que se mantuvo trabajando por espacio de quince años, hasta que en 1967 se separa y ofrece un concierto en el Teatro Amadeo Roldán, con el que da inicio a una época de consolidación de su imagen, en la que se ganó por completo el favor de un público nacional que presenció la auténtica aparición de una artista avalada por su talento, a la cual supo admirar no como la cantante de moda, sino como la genuina personificación de la canción cubana.
Una exitosa carrera de tres décadas repletas de giras al extranjero, participaciones en festivales y grabaciones fue coronada con el triunfo del Buena Vista Social Club, convirtiéndose Omara en una de las grandes leyendas de la música cubana junto a Ibrahím, Compay, Rubén y Eliades; momento a partir del cual comenzó a aparecer en múltiples compilaciones que buscaban saciar el apetito de un público ávido de encontrar sus grabaciones
El disco que estamos poniendo a su consideración persigue como objetivo mostrarnos una parte de tanta buena música sembrada a lo largo de toda una vida, insuperablemente interpretados por una cantante que constituye una verdadera diva de la música cubana. Fuente
Temas del Disco:
01. Échale salsita 02. Lo que me queda por vivir 03. Mi son caliente 04. Vuela pena 05. Guitarra en son mayor 06. Nada para ti 07. Vieja luna 08. Te quería 09. Vale la pena vivir 10. Toda una vida 11. Eso no lo he dicho yo 12. Me acostumbré a estar sin ti 13. Y mucho más 14. Nosotros 15. Agua que cae del cielo
Título: Ibrahim Ferrer Artista(s): Ibrahim Ferrer Género: Tradicional Año de producción: 2005
Ibrahím Ferrer se inicio en el canto a la edad de trece años, con un grupo llamado Los Jóvenes del Son que se dedicaba a amenizar fiestas de barrios, pasando posteriormente a integrar diferentes conjuntos como el Wilson, el Sorpresa y el Maravilla de Beltrán, hasta ingresar en la legendaria orquesta Chepín de Electo Rosell, con la que colocó una gran cantidad de éxitos, entre los que destaca el antológico son montuno El platanal de Bartolo.
En 1953 entró al grupo de Pacho Alonso –años después bautizado con el nombre de Los Bocucos-, agrupación en la que a partir de 1967 ocupa la responsabilidad de cantante principal, y en la que se va a mantener hasta el año 1991.
En 1997, es invitado a participar en el Buena Vista Social Club, y ese mismo año regresa a los estudios para grabar con la orquesta Afro Cuban All Stars el disco A toda Cuba le gusta, al que seguiría poco tiempo después el título Buena Vista Social Club presenta a Ibrahím Ferrer, su primer disco en solitario, nominado al Grammy Latino, donde Ibrahím se alzó con el título de “Artista Revelación” luego de sesenta años de carrera artística.
A partir de entonces se generaron innumerables conciertos en infinidad de países, que lo llevarían a los escenarios más importantes del mundo, creándose una gran demanda sobre su discografía, la mayor parte de la cual se encuentra atesorada en los archivos de la EGREM, sirviendo de base para la conformación de compilaciones como esta en la que podemos apreciar buena parte de los temas que convirtió en hits a lo largo de su carrera. Fuente
Temas del Disco:
01. El botellero 02. Como la piel canela 03. Fomento 04. Monte adentro 05. En qué parte de Cuba nació el son 06. Así es la vida Compay 07. Todavía me queda voz 08. El son de la santiaguera 09. Cucuruchito de coco 10. Esto se baila y se toca 12. Mi tonada montuna 13. Estoy seco y me quiero mojar 14. Mañana me voy pa' Sibanicú 15. El platanal de Bartolo
Título: Eliades Ochoa Artista(s): Eliades Ochoa Género: Tradicional Año de producción: 2005
Nacido en el poblado oriental de Songo La Maya en 1946, Eliades Ochoa comenzó a tocar la guitarra a los seis años, debutando muy joven en cuanta descarga se improvisaba en las calles de Santiago de Cuba, hasta llegar a convertirse en integrante del Quinteto Oriental y del Septeto Típico.
Reconocido por sus excepcionales cualidades como guitarrista, recibe en 1978 la oferta de dirigir el Cuarteto Patria, agrupación que a partir de su ingreso experimentaría una nueva etapa de desarrollo, iniciando una exitosa carrera de presentaciones internacionales y de producciones discográficas.
En 1997 fue uno de los participantes en el proyecto Buena Vista Social Club, que reunió a grandes figuras de la música cubana, logrando alcanzar el premio Grammy, lo cual contribuyó a la promoción internacional de su obra, de la cual aparece recogida en el presente álbum una muestra representativa. Fuente
Temas del Disco:
01. El cuarto de Tula 02. Estoy hecho tierra 03. En casa de Pedro el Coj 04. Allí donde tú sabes 05. La culebra 06. Rita la Caimana 07. Que lío Compay Andrés 08. Alma de mujer 09. Mujer perjura 10. Qué te parece Cholito 12. La venganza del Perico 13. Entre flores 14. Beso discreto
Título: Rubén González Artista(s): Rubén González Género: Tradicional Año de producción: 2005
Rubén González se mantuvo durante más de sesenta años vinculado profesionalmente con la élite de nuestra música popular, hasta llegar a consagrarse junto al grupo de veteranos que protagonizaron a finales del siglo pasado la aventura del Buena Vista Social Club.
Su vida profesional comenzó en la región central del país como músico de diferentes orquestas hasta que en 1941 toma la decisión de pasar a radicar en la capital, logrando rápidamente establecerse entre los pianistas más demandados de aquella época.
Fue integrante de los conjuntos de Arsenio Rodríguez y Kubavana de Alberto Ruiz, del grupo de Senén Suárez y la orquesta Riverside, hasta que ingresa en la orquesta de Enrique Jorrín, en la cual se mantuvo aportando su característico “tumbao” por espacio de más de veinticinco años. De forma simultánea formó parte del Noneto Cubano de Jazz organizado por el trombonista Pucho Escalante, con lo cual pudo dar rienda suelta a su pasión como jazzista.
Su primer disco como solista lo graba en 1975 y lleva como título Indestructible, un álbum en el que si bien incluye ricas descargas soneras que muestran sus dotes interpretativas, pone mayor énfasis en hacer un derroche de expresividad a partir de su versión de títulos claves dentro del repertorio del filin.
En 1996 le invitan a formar parte del elenco del Afrocuban All Stars para la grabación de su disco A toda Cuba le gusta, que resultó nominado para los Premios Grammy, seguido por el clásico Buenavista Social Club, con el que llegó la oportunidad de presentarse en los escenarios internacionales más importantes, abriéndole además las puertas para la aparición de sus álbumes Introducing Rubén González y Chanchullo, editado en el 2003 pocos meses antes de su muerte.
El presente disco nos muestra una compilación de algunas de sus principales grabaciones a través de las cuales podremos acercarnos al quehacer de una de las grandes leyendas de la cultura cubana. Fuente
Temas del Disco:
01.Yo te enseño Lola 02. Soplete 03. Préstame la bicicleta 04. Date una vueltecita 05. Ambrosio 06. La gloria eres tú 07. Noneto 08. Nuestra canción 09. Moby Dick 10. Todo aquel ayer 11. ¿De qué te quejas? 12. Mil congojas 13. Sancho 14. Ciudad oscura 15. Qué infelicidad
El arpa Kora es un símbolo de la gran tradicion musical de África occidental, tal y como el piano encarna la tradición europea. Estas dos tradiciones se unen en la colaboración de Tata Dindin, maestro de la Kora de Gambia, y Hans Lüdemann, virtuoso del piano de Alemania. Aparte del piano, Lüdemann también utiliza su antecesor, el clavicordio y, por tanto se relaciona de nuevo con Johann Sebastian Bach, padre de todos los instrumentos de teclado. Tata Dindin no sólo es un virtuoso de la kora, sino también un vocalista muy talentoso.
El estreno del dúo tuvo lugar en la primavera de 1997 en Dakar, Senegal. Durante una gira de conciertos de Lüdemanns, organizado por el Instituto Alemán Goethe, ambos músicos se conocieron en los conciertos que tuvieron una recepción entusiasta. Las bases de una colaboración continua e intensiva con Europa se establecierón. Esta colaboracion en vivo es la grabación completa de un concierto en agosto de 1999 en el "Stadtgarten" en Colonia, Alemania, como parte del Festival Popkomm. Tata Dindin es un "Griot". Esto significa que a través de su padre y sus antepasados ??se encuentra en una línea con los grandes maestros de la música tradicional africana, el canto y la tradición histórica. Su instrumento, la kora, un arpa africana, con 21 cuerdas. Los griots de África son considerados como los curanderos. La música como una fuerza sanadora, la música con alma - se trata de un nivel, en el que Lüdemann y Dindin han conectado inmediatamente. Lüdemann tiene una relación especial con África y su música que ha desarrollado durante muchos años a través de relaciones personales y viajes extensos. Musicalmente este interés se expresó por primera vez en su CD en solitario "The Natural Piano", donde incorpora temas y motivos africanos. Lüdemann ha transducido la música africana con el piano y la combina con su arte de la improvisación, que ya ha demostrado en muchas otras situaciones musicales, tales como su trabajo con Paul Bley o Garbarek sobre la base de la polifonía europea y africana polyrhthm Lüdemann ha desarrollado su propio estilo de música tocando el piano ", un lenguaje reconocible de su propio" http://www.weltmusik.de/iwalewa/artists/h/hans_luedemann.htm Tata Dindin es desde su CD en solitario "Salam", uno de los musicos más prolíficos de la Kora. Él no sólo encarna la tradicion, sino que también transporta la Kora a nuestro tiempo. También electrifica su instrumento e incluso ha sido considerado como el "Jimi Hendrix de la kora". En su programa de dúo, Lüdemann y Dindin se relacionan con el tradicional repertorio de la Kora. Pero, es más que eso, han desarrollado composiciones que van mucho más allá de eso y que incluyen elementos de la música europea y la improvisación. Su música es fluida y inpretenciosa. Tiene un sabor suave y de meditación que está lejos de todo "New Age" - Muzak. Sorprendente tan bien es, la mezcla de la Kora con el sonido del piano. Una explicación podría ser que ambos son instrumentos de cuerda. Pero también sus funciónes musicales son similares. Ambos son el instrumento de los diseñadores, directores de los musicales y compositores. Ambos instrumentos pueden ser solistas, y acompañante, al mismo tiempo. Aún más perfecta es la mezcla de Kora y el clavicordio. Los timbres de ambos instrumentos son tan similares, que a veces casi no se puede separar el uno del otro. Pero en su combinación crean una amplia gama de frescos colores musicales. Ambos músicos son casi de la misma edad y han tenido una carrera internacional con conciertos, en radio y televisión producidas en todo el mundo. Con su colaboración están abriendo una nueva perspectiva para sus instrumentos, para nosotros, para ellos y para la música. http://www.rism.de/kora.en.html
Tata Dindin - voice/ kora Hans Lüdemann - piano/ clavichord
1. Nanifa (6:49) 2. Ella est la (4:51) 3. Duga (5:54) 4. For Tata (7:13) 5. Heimkehr (4:29) 6. Ado (6:20) 7. Salam (5:44) 8. Kano (6:34)